Avança o mais que puderes, nesta Arte da Vida, surpreende os teus adormecidos sentidos, descobre os aromas perdidos e ataca-os, como se um poço de emoções te cobrisse com grãozinhos de areia geniais, dos pés à cabeça. Abre a tua caixa... Abre-a e enfrenta-a.
agosto 07, 2005
"O princípio do fim do fim da minha vida.."
julho 28, 2005
"It's a Grey Day.."
julho 26, 2005
" O regresso ao meu amado Egipto.."
julho 23, 2005
Princesa
julho 21, 2005
A Guerra da Chacha
julho 20, 2005
"Atenção, Senhores Passageiros, a circulação encontra-se interrompida pelo seguinte motivo: acidente com peão. É favor não forçar as portas."
julho 17, 2005
Sunshine..
Rewind and Forget..
fevereiro 02, 2005
"..Áaammennnn.."
janeiro 30, 2005
Retrocessos, Avanços & Cª Limitada.
novembro 16, 2004
"..Cigarettes & Chocolate Milk.."
"...Olhos de vidro, pensamentos cruzados e lugares marcados.."
novembro 14, 2004
"Challenge everything.."
novembro 13, 2004
"Homem de casaco de ouro e olhos cortantes.."
outubro 28, 2004
Experiências, indecisões e ovos mistos..
outubro 26, 2004
Another riddle...
Cá estou eu de novo, no meio das minhas embaraçosas vivências
universitárias, no meio da universidade, no seu melhor. Cibernautas no MSN,
o
resto é treta.Hoje não é o meu dia, de certeza absoluta. Sinto-me isolada da vida, de tudo o que me podia por bem e feliz. Como se houvesse um guarda em cada esquina, num portão de um jardim verde e florido, num belo dia colorido. Ele usa o seu apito fulminante, endireita-se como se estivesse num espeto e diz: "No acess possible!". Não me perguntem porque é que o gajo respondia em inglês, só me pareceu mais natural e melhor, fazendo lembrar os polícias ingleses, com o seu sentido sotaque e rigidez muscular.A manhã é longa e o almoço é curto. Voltei a experienciar uma sensação de pânico que já não sentia há bastante tempo. Não foi agradável. Aquela sensação de fugir, os corpo a tremer, o calor..A incapacidade de obter um bem precioso é inalcançável, impossível, fora dos meus limites como ser humano e mortal. Pelo menos é o que parece. Se não é assim...porque é que todos os meus esforços são vãos? Tenho um muro à minha volta que não consigo quebrar, sinto impossibilidade de passar por abismos de loucura e túneis fantasmagóricos de alucinações..Não sei se estou a delirar, se sou assim por natureza ou se hei-de um dia ter sorte na minha vida. Não entendo mais nada, não consigo ser irracional de uma forma racional e vice versa. Controlar os pensamentos, manipulá-los e forçá-los. Quebrar o limite, viver em excessos controlados.Hoje não é um bom dia. Tudo é cinzento e escuro. Quero muita côr.
outubro 24, 2004
13/09/04
Domingo brejeiro, em que raios de luz andam sumidos..
Voltei amigos, depois de várias semanas se ausência. Não me
esqueci de vocês, de mim, deste blog..apenas andei a deambular por outras
terras, as terras da realidade, que muitas vezes são feias e difíceis de
encarar. As semanas vão passando, o outono vai florescendo e dando, cada vez
mais, o ar da sua graça com a chuva, o tempo incessante de leite quente e
torrada, o cheiro das castanhas ao longe, a roupa quentinha e uma vontade de
refúgio no divertido e agradável.Daqui a pouco já é Natal. Árvores por todo o lado, luzes,
flocos de neve artificais e outras coisas. Quando chega mesmo o Natal já
ninguém
pode ouvir falar de carrols e outros afins. Mas eu gosto
muito do Natal
sempre gostei e sempre vou gostar do espírito. Mesmo que o
Natal hoje em dia se
baseie em cartões de crédito, compras e consumismo, é
sempre um escape saudável,
uma forma de pensar que a humanidade se pode
juntar, ser feliz, acreditar em
qualquer sem ser a fome, a guerra, o ódio,
as estúpidas intervenções do Bush que
deve ganhar de novo as eleições.
Aqueles americanos...No que andarão a pensar
para votar naquele
anormal?!?!?Anyway..Tenho andado nas aulas, com um peso nas minhas costas
que não sei cm resolver..[não tou com nenhum problema na coluna, é mesmo o
peso
dos trabalhos e tudo o resto].Ainda ando a tentar escrever o meu diário..só que é cada vez
mais difícil, o tempo passa e sinto-me distante daquele longínquo mês de
Julho,
onde tudo me parece agora um flash de inefáveis emoções. Tenho
saudades das
pirâmides, na sua monstruosa beleza, da esfinge, do Nilo num
calor que emana
magia, banhado pelo tortuoso sol. Tenho saudades da Ana,
saudades do exotismo,
da viagem, do desconhecido, de cruzar caminhos fora do
meu alcance do
quotidiano.Se estiverem atentos, estarão curiosos em relação ao título deste post..Digamos que me diz alguma coisa, é uma data especial.."Vamos ao Placard"..Tás na minha cabeça, dia a dia. Agora só penso em ti, no teu olhar, a incidir sobre mim, numa seriedade ingénua. Penso no teu cabelo preto, na sua suavidade, penso num sorriso que contemplo através de uma visão, penso na tua voz, no nariz de Deus. C. és soberbo.
setembro 30, 2004
E então pessoal, como é que é?..
"Meta na sua cabeça de uma vez por todas, não é falta de vontade.."
Rafael..
Tenho andado ausente. Com pouca paciência para escrever, com aulas todos os dias atè às oito da noite, ando a "passear" de casa para a faculdade, da faculdade para casa, aumentando a cada dia a matéria da aula e o peso da responsabilidade académica. E os trabalhos..são tantos e tenho de pensar em todos neles. É complicado. C. T. é a disciplina que mais me entusiasma por ser tão dinâmica e puxar tanto pela minha criatividade. Finalmente. Depois de três anos de marranço, de teorias abstractas e intermináveis, podemos fazer mesmo algo para nós, tudo fruto da nossa imaginação e..vou ter mais trabalhos: H. A. P., M., S., S.C. são os felizes contemplados.
De resto..Há coisa de dois fins-semana atrás, já depois das aulas terem começado, fui passar um fim de semana a Stª Cruz a casa de um amigo meu. Na altura, não me encontrava muito sociável, pelo contrário, bastante fechada e irritável. Mas aceitei o convite como um desafio para superar as minhas anomalias passageiras, tendo um excelente resultado pois fartei-me de rir, de me divertir, apanhei um tempo fabuloso na praia, fiquei a dormir num anexo cheio de cultura [T. bela "fnac doméstica", não é?], comi bem e à portuguesa, e conheci uma simpática checa, a Suzanna, de cabelo liso aclarado e olhos esverdeados. Tinha uma genica diabólica a jogar raquettes na praia e estudava engenharia civil. Tenho saudades dela.
No sábado passado fui ao jantar de anos do L. Fartei-me de beber sangria, sentia-me uma esponja que tinha de ir, sucessivamente e regularmente, à casa de banho. Mas o principal objectivo era divertir-me e consegui concretizá-lo. Ri, comi, perdi alguma da noção de sentido das coisas: estava ali a enfrascar-me ou a perder o juízo?É a nesna coisa? Ou será que nunca tenho juízo? Mas soltei-me, disse o que me vinha à cabeça e fiz todos os disparates, descontraídamente, como se não houvesse problemas, nem impedimentos. Finalmente, senti-me verdadeiramente extrovertida, algo que sou muitas vezes no meu complexo comportamento.
Acabei de ler "A Tragédia na Rua das Flores", do Eça de Queiroz. Se são amantes do Eça e da sua literatura descritiva, rica e emotiva, recomendo vivamente este livro. O título é a melhor síntese que se pode arranjar para fazer uma apreciação geral da obra. Comprem o livro. Leiam. Experimentem. Nunca me canso de ler as coisas do Eça e o "Primo Basílio" continua a ser uma das minhas obras preferidas. Maravilhosamente bem escrito, a nossa imaginação tem as comportas abertas para entrar no mundo das personagens e esboçar cada detalhe. Cada fisionomia viva, cada andar, cada côr pintada. É tudo ao critério do leitor. Mas haverá coisa mais livre, subjectiva e maravilhosa que conceber um mundo só novo, ler uma história e adaptá-la à nossa vivência e inteligência?
"The Village". Não vi mas quero ver. Adoro cinema e já não vou ao cinema há um bom par de semanas. Confesso que me tem feito muita falta. Já sabem, aceito convites.
Agora, vou arrumar as "meias", uma expressão para "guardar os podres dentro de uma gaveta cerradinha" e vou continuar o meu diário sobre a fabulosa viagem ao Egipto. A terra mais linda que conheço..
"Viu o anúncio?.."
setembro 26, 2004
(Des)Encontros
"Vou ter saudades.."
Oh Rafael..
Hoje tou particularmente introspectiva e pensativa. Sempre fui assim, uma conchinha de sentimentos e emoções, todas trabalhadas e lascadas, como uma obra de arte rudimentar, cuja mensagem supera as nossas expectativas. Mas hoje, sinto-me mais..presa a ti, presa aos teus olhos que tanto anseio rever.
Só desejava poder expressar, abertamente, os meus sentimentos por ti. Dizer que te adoro, que te quero, sem constrangimentos, medos, inseguranças. E como queria ter feedback, saber que sentes o mesmo por mim, que me desejas, que anseias estar comigo a todo o segundo, de cada minuto, de cada ínfimo dia, de cada longo dia que é uma eternidade. Apetece-me escrever um poema..Assim é.
Num limiar de escadas quebradas,
Chamaste-me, sussurraste, algo proclamaste,
Num hábito castanho e levado, por três almas, surpresas e paradas.
Numa vermelhidão de dois lábios rosados, te sorri, sem saber,
Sem te conhecer, me rasguei, me perdi, te recebi sem prever.
E em cada dois andares destruídos, em cada um dos desejos desconhecidos,
Senti essa fugaz brutalidade a tomar conta de mim,
A embalar a minha alma e sensibilidade, fazendo desejar-te,
Vivendo para te ler a alma, esse espelho inquebrável,
Esse enigma indecifrável, respeitável,
Apenas, vivendo os segundos que passavas diante do meu jardim.
Gestos, olhares, desvaneios nos aproximaram,
Sem saber o que fazer quando estava perto de ti,
Acalmar um coração, que sofria, num abismo de olhar, incontornável,
Te queria, fugazmente e libertinamente, subir a escala etária e te poder conquistar..
Dados, símbolos, iconografias físicas nos envolviam, enquanto todos se riam,
E ao passar em mudar, o público só conseguia cochichar.
Mas os toques que nos sorriam, a proximidade que nos tecia,
Mordeu-me docemente um dia, a vontade de me largar,
Destemida, pelo teu amor lutar, pintar de luar os teus olhos,
Unir, incessantemente, os nossos corpos.
Com poucas letras se faz de ti, um ser humano incrível,
Cuja rigidez floresce num rio de plenas flores e de amores,
Cujas mensagens se envaidecem de si,
Me deixam cada vez mais apaixonada por ti..
Nestas milésimas replicadas de sofrimento, espero cada segundo, amarguradamente,
Por uma confirmação de andar, um movimento que me faça alegrar,
Só tu me podes ter, só tu me podes ensinar..
A arte da vida, a arte do amor, contida num olhar...
setembro 22, 2004
Here I am..
Caros amigos.. Tou viva..E bem?..já estive pior nestes dias..e por isso, resumo este posting a dizer:
"Carpe Diem". Tudo tem uma razão de ser na vida, só falta descobri-la.
Beijinhos. I'll be back.
setembro 16, 2004
Nota mental..
SENSAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
CARAMBA, CARALHOOO! NÃO VI O ERRO!!!!